terça-feira, 18 de agosto de 2015

Uma espécie de DIY







Isto podia ser um DIY, mas não chega a tanto. A intenção é somente deixar aqui uma ideia para personalizar um simples necessaire de linho cinzento claro. Não precisamos ter à mão mais do que uns carimbos de letras e uma almofada com tinta lavável.
É mesmo só isto! O necessaire que comprei a um preço bastante simpático nos "saldos dos saldos" da Zara Home ganhou novo ar.




Contacto: carminhoesimao@gmail.com

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Encomenda de um cliente especial

Enquanto eu costurava umas coisas para o bebé de uma amiga, o Simão saltitava à minha volta, reclamando que só faço coisas para outras crianças e nada para ele. Ambos sabemos que isso não é verdade, mas não custa nada ceder de vez em quando. Prometi fazer-lhe um dinossauro rex no dia seguinte. Não se esqueceu da promessa e cobrou-a logo que pode. Escolhemos o tecido juntos.

Aos quatro anos não há paciência para esperar por nada, a urgência de viver exige resultados rápidos! Desenhei a dita criatura de perfil (não havia tempo para pensar a três dimensões) e em menos de nada estávamos a enchê-la. Agora come com ele à mesa, dorme com ele, brinca com ele... são amigos inseparáveis.



carminhoesimao@gmail.com

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Conta a conta

Ter um blog requer uma disciplina que eu não tenho conseguido manter. Mas uma coisa eu sei, é muito mais fácil escrever sobre as coisas quando elas ainda fervem dentro de nós. É por isso que hoje o post é sobre alguns dos colares que tenho feito nos últimos tempos.

Um sítio onde podem facilmente observar a minha faceta de addicted, é numa daquelas lojas onde há pedras de todas as proveniências, cores e feitios. Ultimamente tenho-me inclinado para materiais cada vez mais naturais, rústicos em alguns casos, mas sempre femininos q.b. e cheios de personalidade.




Contacto: carminhoesimao@gmail.com

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Afinal os dinossauros são giros!


O tema que o Simão escolheu para a festa dos quatro anos não era fácil: dinossauros. Se para mim eles são figuras feias e assustadoras, para ele são motivo de curiosidade e de fascínio. Ter um rapaz obriga-nos muitas vezes a pensar fora da caixa!
Para esta festa não fiz tanto quanto idealizei fazer, mas aquilo que fiz foi suficiente para iluminar os olhinhos rasgados do aniversariante, que por sua vez iluminaram tudo o resto.
A minha mãe dizia: “O menino não se vai esquecer desta festa!”. Também acho que não.

TUDO homemade!


Ilustração Liz Climo que adorei!


















quarta-feira, 29 de abril de 2015

A vida numa fatia de bolo de limão



Dar uma dentada neste bolo de limão é saborear o amargo e o doce no mesmo momento. Se olharmos para a vida como se fosse um bolo de limão e se a apreciarmos da mesma forma, sabemos que quando chegarmos ao fim da primeira fatia, vamos ter vontade de comer outra.

A receita deste Bolo de Limão:

Começar por aquecer o forno a 180º.
Bater 200g de manteiga com 200g açúcar, juntar a raspa de dois limões e 4 ovos inteiros.  Acrescentar um iogurte grego e 100 ml de leite, bater mais um pouco e juntar 150g de farinha de trigo, 150g de farinha de arroz e uma colher de sobremesa de fermento em pó. Voltar a bater, mas só até todos os ingredientes ficarem bem envolvidos. Por fim, acrescentar o sumo dos dois limões e voltar a envolver.
Levar ao forno durante aproximadamente 45 minutos, numa forma untada e polvilhada de farinha. Depois de desenformar o bolo, polvilhá-lo com açúcar.





segunda-feira, 27 de abril de 2015

Riscas

Tenho andado afastada deste espaço do blog, mas ele não me sai da cabeça. O blog e muitas outras coisas. O problema é exactamente esse. O iPhone começa a dar sinais de falta de memórias, tantas são as fotografias e ideias que tenho acumuladas.

Fotografei esta blusa na Comporta, na Primavera de 2014, depois de a ter comprado já feita e de lhe ter cosido uma renda junto à bainha, tornando-a mais feminina. A intenção era mostrá-la logo, mas primeiro ficou à espera que eu tivesse tempo, depois ficou à espera que voltasse a ser Primavera!
Sempre gostei destas riscas (navy ou marinière). São clássicas, intemporais e frescas. Fazem-me lembrar as barraquinhas das praias do Oeste, os envelopes em que antigamente seguiam as cartas para o estrageiro (havia tantos na casa dos meus avós!), as tendas de circo, a figura do Pablo Picasso, a Madame Chanel.


Imagens daqui


















quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

A máquina de costura janta connosco à mesa

A máquina de costura não mora longe. Vive quase em permanência sobre a mesa da sala, janta connosco todos os dias. Os rapazes já nem reclamam, sabem que é ali que gosto de trabalhar, porque estou fora de casa todo o dia. Fechar-me no escritório ao serão e não estar perto deles, seria um enorme sacrifício! A máquina está lá para me lembrar que é urgente voltar a ligá-la, dar-lhe vida para que ela possa dar vida a outras coisas.
Ao lado dela, mas sem posição de destaque, vão surgindo outros materiais que gosto de ter sempre "debaixo d'olho". Uns estão por ali quase sempre, outros de forma mais esporádica, como é o caso das madeiras e das colas. Nenhum deles ocupa o lugar da máquina de costura.

Letras de madeira forradas com tecido (carminhoesimao@gmail.com):